X-Men: Primeira Classe

Otavio Almeida 13 de junho de 2011 31
X-Men: Primeira Classe

Quem diria? Num ano em que o cinemão apostava no debut de super-heróis como Lanterna Verde, Capitão América e Thor, além de novos episódios de franquias consagradas, como Harry Potter, Se Beber, Não Case e Piratas do Caribe, o blockbuster menos badalado antes de chegar às telas, X-Men: Primeira Classe (X-Men: First Class, 2011) não é apenas o capítulo mais espetacular da saga mutante como também é um dos melhores filmes de 2011. Por que? Porque tem todos os ingredientes que levam as pessoas ao cinema. TODOS!

A descrença era grande. Só o fã defensor até a última gota sabia que o longa preencheria todas as expectativas. Por que? Porque após dois bons filmes de Bryan Singer, a série caminhava para o fundo do poço, como pastiche de si mesma, graças a Brett Ratner (A Hora do Rush), que fez barbeiragem na direção de X-Men: O Confronto Final (Wolverine chorão?), e ao filme solo do mutante mais legal da turma, que deixaria Chuck Norris, Steven Seagal e todos os atores de Os Mercenários orgulhosos.

Outro ponto que preocupava antes da estreia de X-Men: Primeira Classe: a ausência de Wolverine. Claro, o personagem brilhantemente interpretado por Hugh Jackman sempre foi a espinha dorsal da série. Mesmo nos filmes de Bryan Singer era Wolverine + 10. Os outros X-Men estavam ali para apoiá-lo. Só. Até mesmo uma recém-oscarizada Halle Berry foi monossilábica e usada como trampolim para o então estreante australiano dar um show. Não é culpa de Bryan Singer, que revelou o grande Hugh Jackman, até porque nos quadrinhos, Wolverine sempre foi o mais querido dos X-Men. E agora, em Primeira Classe, que não temos o mutante na comissão de frente? O que fazer?

Mais uma pulga atrás da orelha: os reboots dificilmente dão certo. Tirando o Batman de Christopher Nolan e o Star Trek de JJ Abrams, hmm, quem mais? Nem mesmo os episódios I, II e III de Star Wars, que começaram com essa tendência em Hollywood.

Primeira Classe_1
E vamos admitir: a série X-Men teve belos momentos, mas jamais entregou um filmaço-aço-aço. Só que, de alguma forma, Primeira Classe deu certo. Milagre? Não. Pra começo de conversa, Bryan Singer está de volta. Desta vez, como produtor. E Matthew Vaughan (Kick-Ass), que seria o diretor de Confronto Final, mas que deu lugar ao Sr. Hora do Rush. Ou seja, gente apaixonada pelo material. Disposta a dar uma refrescada na franquia.

Vaughan sabe exatamente onde e como colocar a câmera para orquestrar cenas de ação empolgantes ou de extrema tensão (o que é a sequência dos seguranças “caindo do céu”?), ou simplesmente para fazer o básico, que é dirigir seus atores e deixar a história fluir.

Também temos um roteiro muito bem escrito. Tanto na construção (paciente) da história e no desenvolvimento de todos os personagens principais, quanto nos diálogos de… primeira classe. Um roteiro, que, aliás, não se preocupa em ligar todos os pontos aos filmes originais. E, ao mesmo tempo, consegue. Mas tem vida própria, o que é importante. Torço, inclusive, para que o elo com os filmes de Bryan Singer não termine aqui. O time de Primeira Classe tem fôlego para mais filmes.

De quebra, o roteiro ainda dá um certo charme James Bond à franquia. Você sabia que os X-Men tiveram um papel fundamental na Crise dos Mísseis de Cuba? Pois é. Arremessados aos anos 60, os jovens heróis agem como o 007 da época de Sean Connery em plena Guerra Fria.  Principalmente Michael Fassbender, extraordinário como Eric Lehnsherr. Se este filme não transformá-lo em astro, nenhum outro será capaz. Kevin Bacon (sim, ele mesmo) também está fantástico como o vilão Sebastian Shaw, que daria um irresistível rival para o Bond de Connery.

O que nos leva ao elenco. É como se os atores estivessem reunidos para encarar um remake capaz de honrar filmes originais sérios como O Poderoso Chefão, Cidadão Kane, entre outros. Droga, por que nem sempre temos grandes atuações em filmes divertidos, blockbusters? Será que Hollywood pensa que somos burros? Quando isso acontece, temos resultados como O Senhor dos Anéis, por exemplo.

Primeira Classe_3
Se a força dos outros X-Men está em Hugh Jackman, o coração de Primeira Classe está na relação de amizade, admiração e respeito entre os personagens de James McAvoy (Charles Xavier) e Michael Fassbender (Eric Lehnsherr, o futuro Magneto). Sabemos exatamente onde isso vai terminar, mas curiosamente torcemos para que tal acontecimento jamais chegue. O que só aumenta a força dramática do filme. Afinal McAvoy e Fassbender fazem com que o público se importe com os amigos, acreditando no que sentem um pelo outro. Acreditando que juntos eles podem ser gigantescos. Algo que por exemplo não sentimos na amizade entre Obi-Wan Kenobi (Ewan McGregor) e Anakin Skywalker (Hayden Christensen) em Star Wars. Queremos que George Lucas corte logo a conversa fiada e nos dê logo Darth Vader.

Em Primeira Classe, esse sentimento fica evidente na melhor cena do filme, em que Xavier ensina a Eric como controlar seus poderes, a raiva e a ansiedade. Lembra muito os significados de uma cena fantástica de O Império Contra-Ataca, quando o mestre Yoda tira a nave de Luke Skywalker do pântano. Fica evidente também na cena em que os X-Men coadjuvantes se divertem numa sala, como adolescentes numa festa, demonstrando seus poderes de forma eufórica e irresponsável. Isso também é visto na cuidadosa construção dramática dos personagens de Jennifer Lawrence (Raven) e Nicholas Hoult (Dr. Hank McCoy). Filmes são sempre sobre pessoas. Sempre. Até mesmo os blockbusters.

Preste atenção também no símbolo de X-Men: Primeira Classe, que é a moeda. Quando ela aparece no começo e surpreendentemente no fim, temos a certeza de que entendemos a mensagem. É o filme inteiro passando diante de nossos olhos numa fração de segundo. No cinema, os símbolos, as referências, os detalhes fazem toda a diferença.

Por que tudo funciona? Porque X-Men: Primeira Classe trabalha intensamente com valores básicos como amizade, amor, traição, inveja. Elementos, sentimentos que sempre funcionaram e fizeram o público, rir, chorar, sofrer e vibrar nos filmes. Em resumo, o público acredita.

Nunca um filme baseado em histórias em quadrinhos foi tão equilibrado entre a fantasia cheia de cores proposta pela linguagem dos gibis e a necessidade atual de se aproximar o cinema da realidade. Entenda: Nas HQs, Batman usa uma roupa de Morcego, mas suas histórias são extremamente reais perto das aventuras fantásticas dos X-Men.

Sim, X-Men: Primeira Classe ainda fala sobre aceitar quem você realmente é. Sobre dar um basta ao preconceito. Mas isso já foi discutido nos outros filmes da série.  O que Matthew Vaughan fez foi tornar esta e outras mensagens traduzidas para todas as línguas. Principalmente para quem vai ao cinema. E sente prazer nisso.

X-Men: Primeira Classe (X-Men: First Class, 2011)
Direção: Matthew Vaughan
Roteiro: Bryan Singer, Ashley Miller, Zack Stentz, Jane Goldman e Matthew Vaughn
Elenco: James McAvoy, Michael Fassbender, Kevin Bacon, Rose Byrne, Jennifer Lawrence, Beth Goddard, Morgan Lily, Oliver Platt, Álex González, Jason Flemyng, Zoë Kravitz, January Jones, Nicholas Hoult e Caleb Landry Jones

31 Comentários »

  1. João Paulo Rodrigues 13 de junho de 2011 às 12:43 AM -

    EPIC WIN!

    Agora é a duvida entre ver ele ou Hanna …

    Vamos ver o que rola … mas sem duvida ficamos a duvidar em uma coisa … por que a Marvel não investe como deveria ser investido aqui do que Os Vingadores?

  2. Otavio Almeida 13 de junho de 2011 às 12:49 AM -

    JOÃO PAULO
    Não sei sobre “Hanna”, mas recomendo “X-Men: Primeira Classe”. Veja logo! E não entendi sobre tua dúvida a respeito do investimento Marvel aqui ou em “Os Vingadores”. Mas sei de uma coisa: a Fox não abre mão de “X-Men”. A Marvel ficou poderosa no cinema anos depois dos filmes de Bryan Singer. Abs!

  3. Paulo Ricardo 13 de junho de 2011 às 1:23 AM -

    Sua critica me entusiasmou muito.Apesar de ter visto somente “X-Men Origens:Wolverine” esse novo filme parece redimir todos os erros do “Sr. Hora do Rusg” e o “Sr.Infancia roubada que copia City Of God” hehehehe.Eu não vi o filme,mas é bom saber que é adaptação de quadrinhos que humaniza personagens e tem história com personagens que tem algum dilema.Se “X-Men:Primeira Classe” tiver 70% do potencial de The Dark Night vai ser meio caminho andado para cair no meu gosto.Crédito Matthew Vaughn tem comigo.Sou fã de Kick Ass e o cara é tão bom “diretor de atores” que conseguiu arrancar uma atuação fantastica de uma criança com capa de heroína(a graciosa Chloe Moretz).Esse ano estou sempre vendo um filme atrasado de vc,Piratas do Caribe e Se Beber Não Case 2 eu já vi e as criticas foram postadas antes e agora acontece o mesmo com “X-Men”.Mas é bom comprar um ingresso e saber que vc vai entrar numa sala de projeção para ver uma obra que a critica tem elogiado.E é isso que esta acontece com esse filme.Espero que realmente seja um filme digno de 5 estrelas.Abraço e bom inicio de semana.

  4. Raquel 13 de junho de 2011 às 9:49 AM -

    Otávio, X-Men primeira classe ainda vou conferir e animada depois de sua crítica. Se esse filme trabalha com valores como amizade,amor, inveja, não podemos esquecer que a proposta da Marvel sempre foi(ou pelo menos parece que foi) mostrar que as diferenças estão aí, sempre estiveram e vão estar,e que conviver com elas é difícil e desafiante, mas valoroso. Somos todos mutantes!Rsrsrs
    Abçs

  5. João Paulo Rodrigues 13 de junho de 2011 às 10:44 AM -

    Isso é um fato meu amigo, a Marvel só está no topo por causa dos mutantes … E talvez fica mais evidenciado no qual os vingadores será mais pipoca e enquanto aqui e em diante, a mitologia dos X-Men devem ficar em mãos mais polidas, nos quais um DIRETOR pode fazer a diferença.

    Não cite Brett Rattner … iscrementu o rapaz eheheh

  6. Pedro Henrique Gomes 13 de junho de 2011 às 12:15 PM -

    Acredito que seja o melhor dos X-Men. Não que, dizendo isso, eu esteja dizendo que gostei do filme.

    Abraço, mestre!

  7. Cris 13 de junho de 2011 às 3:31 PM -

    Valeu pela crítica Otávio! Admito que estava com um pé atrás com o filme, mas agora quero muito ver!
    Abraço!!!

  8. Kamila 13 de junho de 2011 às 5:22 PM -

    Esse filme é o grande blockbuster do ano, até agora. Uma obra muito bem feita do ponto de vista do roteiro, da criação das motivações dos personagens; na concepção das cenas de ação e, principalmente, na escalação do elenco. Michael Fassbender, James McAvoy e Kevin Bacon estão sensacionais!

    Beijos!

  9. Otavio Almeida 13 de junho de 2011 às 6:11 PM -

    PAULO RICARDO
    Eu acho que você pode ir sem medo ao cinema. Mas não compare com “The Dark Knight”. Abs!

    RAQUEL
    YEAH! Somos todos mutantes! Bjs!

    JOÃO PAULO
    Brett Ratner! Brett Ratner! Brett Ratner! Abs!

    PEDRO HENRIQUE
    Mestre, és o Eric Lehnsherr numa discussão sobre Hollywood. Eu sou Charles Xavier. Abs!

    CRIS
    Se você não gostar do filme, avise. Porque aí eu te devo um café. Abs!

    KAMILA
    Que bom que gostou! Go, mutants, GO! Bjs!

  10. Lucas Nascimento 13 de junho de 2011 às 6:44 PM -

    Muito bom filme, diversão com conteúdo imperdível. Depois dessa, o Michael Fassbender daria um bom James Bond quando cansarem do Daniel Craig hehe.

    Abrax

  11. Otavio Almeida 13 de junho de 2011 às 6:52 PM -

    LUCAS
    Só não sei se Hollywood aprovaria um Bond alemão. Abs!

  12. Matheus 14 de junho de 2011 às 12:50 AM -

    EEEE! Estava esperando está resenha por um tempo hahaha e finalmente tive o prazer de lê-la.
    Adorei a analogia com a amizade de Anakin e Obi-Wan. Jamais teria pensado em um exemplo tão bom quanto este.
    Finalmente, Sr. Otavio encontrou um filme de seu agrado =D
    Abraços!

  13. Otavio Almeida 14 de junho de 2011 às 10:40 AM -

    MATHEUS
    Hahahaha, finalmente? Mas é verdade. Confesso que o filme me surpreendeu. Não esperava tanto. Abs!

  14. Rui 14 de junho de 2011 às 1:53 PM -

    Otávio, você acertou em cheio. Já tinha visto o filme quando li a sua crítica. Que bom seria se Hollywood oferecesse outros filmes tão prazerosos de assistir quanto esse. Abraço.

  15. Otavio Almeida 14 de junho de 2011 às 3:56 PM -

    RUI
    Utopia, meu caro. Utopia. Abs!

  16. Magno Argolo 15 de junho de 2011 às 5:20 PM -

    Otavinho, meu filho! Fiquei bege xadrez agora! Rsrs! Juro que nunca esperava que você fosse dar 5 estrelas a esse filme! Rsrs!

    Esse filme só pode ser muito fantástico porque Otávio nunca recomenda um filme ruim… O gosto desse cara é super confiável. Então, corramos pro Cinema, amigos cinéfilos!

    Enfim… “GO, Mutants, GO!” Haha!

    amplexos.

  17. Otavio Almeida 15 de junho de 2011 às 6:40 PM -

    MAGNO
    Hahahaha, ok ok… Não me comprometa, né? Mas, sério, o filme é bom pra cacete! Abs!

  18. Rafa 16 de junho de 2011 às 2:40 AM -

    Bem concordo em diversos pontos…mas sua critica fica toda destruida quando cita Wolverine Origens como sendo um filme da Marvel (A FOX detem todos os direitos do universo X, infelizmente), quando continua sendo um filme da FOX, assim como todos os X-MEN (incluindo First Class)

  19. Otavio Almeida 16 de junho de 2011 às 11:13 AM -

    RAFA
    Tem razão. Obrigado pelo toque. Abs!

  20. Cristiano Contreiras 16 de junho de 2011 às 2:24 PM -

    É perceptível o quanto você VENEROU esse filme, isso fica impresso em cada linha de seu texto – mas, nem é um problema, afinal eu concordo integralmente contigo. É um filmão mesmo, empolga e o roteiro, finalmente, faz juz ao HQ, né mesmo? E o que falar das atuações, como você mesmo comentou, o elenco tem uma “coerência coletiva”, todos em sintonia e, convenhamos, adorei ver Jennifer Lawrence, charmosa, de Mistica, rs.

    Eu quero rever o filme, fiquei em êxtase total no cinema! E, num mundo justo, eu poderia até acreditar em indicações ao Oscar pra ele, né? Kevin Bacon, por exemplo, tem cacife pra ser indicado, ah, ele tem!

    Abração!

  21. Paulo Ricardo 17 de junho de 2011 às 3:18 AM -

    Acabei de ver o filme.Muito bom mesmo.O melhor “filme pipoca do ano”.E pra quem não viu vai um recado:Kevin Bacon está muito bem(não é erro de digitação não rss).Estou adorando esse periodo de blockbusters.Agora seu amigo flamenguista vai dormir pq já são 3:16 da madruga e essa hora só tem tentação na net hehehe.Abs e ta chegando a hora de Super 8 de J.J Abrams.Abs.

  22. Jacques 17 de junho de 2011 às 9:02 AM -

    Realmente, depois do fiasco que foi X-Men 3 todo mundo esperava que a franquia não iria mais sair do buraco.
    Por isso a surpresa deste filme que, de uma equipe original e aparentemente díspar, consegue nos brindar com cinema de qualidade.
    Parabéns a Mathew Vaughn, que conseguiu dar um novo a aos super-heróis (mesmo sem poderes) em Kick Ass e repetiu a dose aqui.
    Se tiver continuações no mesmo nível, ótimo.
    Até mais.

  23. Otavio Almeida 23 de junho de 2011 às 2:07 PM -

    CRISTIANO
    Se o mundo fosse justo, Kevin Bacon e Michael Fassbender receberiam indicações. Abs!

    PAULO RICARDO
    Cara, não vejo a hora de ver “Super 8″. Abs!

    JACQUES
    Ah, sim. Se tiver continuações, que sejam do mesmo nível. O problema é que Matthew Vaughan jogou as expectativas lá em cima. Vai ser difícil superar “Primeira Classe”. Abs!

  24. kimberly karoline de oliveira barbosa 28 de junho de 2011 às 7:54 PM -

    eu gostei do filme gostei nao ameiiiiiiiiiiiiii

  25. Otavio Almeida 29 de junho de 2011 às 11:00 AM -

    KIMBERLY
    Uhú! Eu também! Bjs!

  26. Don 30 de junho de 2011 às 11:52 PM -

    e otavio , descordo um pouco de vcs q deram nota 5 para a primeira classe , acho q quem e fa realmente de x men sabe q as historias falsas q eles colocam nos filmes irritam os fas um pouco ,nao acho q teve tudo q vc falou na sua critica ai , no meu ponto de vista teve pouca emoçao magneto e xavier nao conseguiram me comover ,os efeitos sao bem bacanas mais as cenas de açao sao bem suaves , acho pq faltaram os x mens principais ,daria uma nota 3 ,figindo q nao conheço as historias e os acontecimentos reais . acho q me decepicionei pq li so criticas boas antes de ver o filme , que fui ao cinema esperando muito e nao teve nem uma boa trama q e o q mais curto em filmes .

  27. Otavio Almeida 3 de julho de 2011 às 5:05 PM -

    DON
    É sempre bom separar filme de quadrinhos, filme de série, filme de livro etc. São linguagens diferentes. Mas entendo que isso é muito difícil para fãs. Abs!

  28. eden 9 de julho de 2011 às 10:30 PM -

    Eu vi Hanna. É um filme estranho, frio, ao mesmo tempo mistura uma certa ingenuidade com hippies, sei lá, achei o filme…monocromático demais. Cenário clean demais. Eu gostaria de ler alguma crítica sobre o filme que conseguisse expressar o que senti a respeito.
    Quanto ao X-Men, eu que ando me saturando de sequencias e remakes, esse justificou.

  29. Otavio Almeida 12 de julho de 2011 às 6:16 PM -

    EDEN
    Mas “Hanna” já está nas locadoras? Parece que ia chegar direto para rental, não? Abs!

  30. Clóvis Tayllon 13 de agosto de 2011 às 11:50 PM -

    X-Men: First Class tomou um sentido inverso ao que acontece em séries de filmes: tornou-se muito melhor que seu antecessor. Achei impressionante como o filme te faz acreditar que a história realmente se passa no anos 60 e em como o enredo se entrelaçou perfeitamente com o contexto histórico. E algo que me supreendeu ainda mais foi o elenco! Parecia que cada ator foi feito sob medida para cada personagem, principalmente a Jennifer Lawrence! Todos esses componentes formam uma mistura deliciosa de se ver nas telas.

  31. Jussara 8 de setembro de 2011 às 4:41 PM -

    Gostei bastante de x-man primeira classe. Assisti a todos no cinema e em casa. Acho que ele deveriam fazer outras historias paralelas também, sou fã desse mutantes. Vale a pena conferir!

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