Filmes para ver no cinema em junho

Otavio Almeida 5 de junho de 2018 0
Filmes para ver no cinema em junho

Temos muitos filmes chegando aos cinemas brasileiros em junho, que é um mês atípico em 2018. Afinal tem uma Copa do Mundo ocupando o calendário em sua segunda quinzena e jogando contra o circuito. Mas quem tiver tempo para um cineminha entre um jogo e outro, opção é o que não falta.

Abaixo, veja uma lista com o que vale a pena arriscar. Mesmo assim, cheque a programação dos sites oficiais das redes de cinema, porque alguns filmes costumam ser adiados de vez em quando. Sabe como é…

Os Estranhos: Caçada Noturna, de Johannes Roberts

Os assassinos mascarados voltam 10 anos depois para aterrorizar outra família. Sem Liv Tyler e o diretor Bryan Bertino, que estiveram no original de 2008, deve ser a boa e velha repetição com mortes ainda mais elaboradas. Porém, quem se importa? Brasileiro gosta de filme de terror e sabemos que “Sexta-Feira 13” e “A Hora do Pesadelo” funcionaram por muito tempo assim, mas temos exemplos como o de “Jogos Mortais” para provar que nem sempre a fórmula dá certo. Será que “Os Estranhos” tem fôlego para seguir em frente apostando no mais do mesmo? Ou a (agora) série tem capacidade para surpreender?

A Morte de Stalin, de Armando Iannucci

Indicado ao BAFTA de Melhor Filme Britânico e Melhor Roteiro Adaptado, a comédia elogiadíssima finalmente chega ao Brasil. Tem Steve Buscemi, Jeffrey Tambor, Paddy Considine, Olga Kurylenko e o grande Michael Palin do “Monty Python” num elenco incrível e à beira de um ataque de nervos, perfeito para uma comédia debochada sobre como o alto escalão do Partido Comunista tentou suceder Josef Stalin após sua morte.

Oito Mulheres e um Segredo, de Gary Ross

Sandra Bullock, Cate Blanchett, Anne Hathaway, Rihanna, Helena Bonham Carter, Sarah Paulson, Mindy Kaling e Awkwafina formam a versão feminina dos “Onze Homens e um Segredo”. Não por acaso, porque Debbie, a personagem de Sandra, é irmã do Danny Ocean de George Clooney no filme de Steven Soderbergh. Agora, quem comanda a diversão é o cineasta Gary Ross, que começou sua carreira como roteirista de filmes como “Quero ser Grande” e “Presidente por um Dia”. Depois, como diretor, entregou duas pérolas em seus dois primeiros trabalhos: “Pleasantville” e “Seabiscuit”. Mas, nesta década, acabou se envolvendo em projetos menos pessoais, como a direção do primeiro “Jogos Vorazes”.

Vingança, de Coralie Fargeat

A diretora francesa Coralie Fargeat e a atriz italiana Matilda Lutz escrevem seus nomes na história do cinema com esse filme brutal sobre a vingança de uma mulher contra três homens. Você pensa que já viu isso antes, mas está enganado.

Jurassic World: Reino Ameaçado, de J.A. Bayona

“Jurassic World” tentou ser para “Jurassic Park” o que “O Despertar da Força” foi para “Star Wars”: um resgate para uma nova geração dos pontos que fizeram a franquia tão popular numa outra era. Foi uma sequência disfarçada de reboot. Mas assim como “Star Wars: Os Últimos Jedi” representou o passo seguinte e, sobretudo, à frente que a série da Lucasfilm precisava, “Jurassic World: Reino Ameaçado” tem a obrigação de levar a fórmula adiante. Tem um diretor com cabeça de filme de terror comandando esse episódio e um olhar diferenciado pode ajudar a trama sair do tradicional “os dinossauros fugiram; salve-se quem puder”. A hora de mudar é essa.

Hereditário, de Ari Aster

Muitas opiniões relevantes cravando “Hereditário” como o filme de terror do ano. Tem Toni Collette e Gabriel Byrne no elenco e é mais ou menos assim: quando a matriarca da família Graham morre, seus descendentes começam a comer o pão que o Diabo amassou justificando, assim, a maldição do título do filme.

Desobediência, de Sebastián Lelio

Rachel Weisz e Rachel McAdams vivendo uma história de amor proibido? E no novo filme do diretor de “Uma Mulher Fantástica”? Take my money, please!

Os Incríveis 2, de Brad Bird

Os fãs pedem uma continuação de “Os Incríveis” há 14 anos, mas a Pixar resolveu fazer “Carros 2” e “Universidade Monstros”. Ok, tivemos “Toy Story 3” e originais maravilhosos como “Divertida Mente” e “Up”. Só que precisava demorar tanto?

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